Gerente de Marketing da São José Industrial, Daniel RibeiroA São José Industrial estreitou laços com o produtor e apresentou novas soluções
A São José Industrial considera a participação na feira muito importante pois aproxima a marca dos consumidores. “É muito bom ter contato direto com o produtor, além de ser um investimento na nossa comunicação institucional”, afirma o gerente de Marketing da empresa, Daniel Ribeiro. Segundo ele, foram dias intensos, de troca, aprendizado e conexões verdadeiras com quem move o agro todos os dias. “Cada conversa no estande reforçou aquilo em que acreditamos: fazer bem feito, lado a lado com o produtor”, destaca.
Público Qualificado - Segundo ele, a Expodireto Cotrijal traz uma resposta muito grande para a fábrica, especialmente na área comercial. “Essa aproximação com o cliente é fundamental para nós e nosso desenvolvimento”, explica Ribeiro. Conforme o diretor, as visitas ao estande foram de pessoas de fato focadas em negócio. “Recebemos interessados de uma forma muito mais seletiva. Muitos orçamentos na mesa, alguns fechamentos realizados dentro da feira”, revela. A participação de influenciadores digitais no estande foi outra aposta importante para reforçar a marca.
Tecnologia de Fórmula 1
A carreta graneleira apresentada na feira tem uma grafia diferente: o equipamento faz uma homenagem ao piloto brasileiro de Fórmula 1, Gabriel Bortoleto, que está na escuderia da Audi. “Hoje ela é o equipamento com a maior vazão de descarga da categoria, ou seja, ela é muito rápida. Aliamos a tecnologia do agronegócio, a velocidade de descarga dela, fazendo uma alusão à velocidade e tecnóloga da Fórmula 1”, explica o gerente.
Outro destaque do estande da São José Industrial foi a Kelly Diamond. O novo equipamento promove manejo mecânico eficiente da palhada, reduz a dependência de químicos pré-plantio e prepara o berço ideal de semeadura. “A principal frente de trabalho dela é fazer o controle mecânico de plantas invasoras, com economia de até 100% no uso de herbicida. É uma redução de custo do produtor muito grande”, pontua. Ribeiro explica que um produtor tem um custo por hectare em torno de R$ 150 a R$ 180; com essa máquina ele consegue reduzir para R$ 30 ou R$ 35. “E um detalhe: como não se usa químico, não limita o teto produtivo da soja. A máquina ajuda a fazer a operação de manejo de solo de uma forma muito sustentável”, enfatiza.
28 - Mai
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