Syngenta investe globalmente US$ 2 bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimentoFoco no ambiental, social e financeiro, além de soluções de proteção de cultivos e sementes para a agricultura tropical
A Syngenta se posiciona no mercado mostrando como a sustentabilidade deve ser o cerne da estratégia e não uma prática paralela ou de impacto reputacional. Quem defende a tese é o presidente da Syngenta Proteção de Cultivos no Brasil, André Savino, durante a 26ª Expodireto Cotrijal. Segundo ele, essa pauta nunca deve ser vista como um complemento, mas sim orientar decisões estruturais. “O que faz uma empresa prosperar pelos próximos 100 anos é o foco na sustentabilidade, que tem sido fundamental para seguirmos na liderança do mercado”, considera.
Se levar em conta as precursoras da marca, a Syngenta remonta a mais de 260 anos de história. A empresa nasceu da união de gigantes da química e agroquímica, com raízes na Suíça e no Reino Unido. A sustentabilidade, de acordo com Savino, tem vertente ambiental, financeira e social. “Em um dos nossos programas apostamos, por exemplo, em recuperação de pastagens degradadas transformando em agricultura de alto potencial e que remunera bem o agricultor”.
Investimento em pesquisa
O pilar financeiro é assegurado pelo alto investimento global em pesquisa, mais precisamente US$2 bilhões por ano, que permite a modernização do portfólio vencendo as adversidades de operar em uma agricultura tropical. Em solo brasileiro, os desafios são maiores com as mudanças no espectro de pragas e doenças e resistência de ervas daninhas. Neste cenário, o aporte em ciência e tecnologia garante novos produtos para este ambiente. “Com baixo impacto para o planeta e para o agricultor”, pondera Savino.
O presidente ainda destaca o pilar social da sustentabilidade, como parcerias com cooperativas, dentre elas a Cotrijal, para a difusão do conhecimento.
VICTRATO® e nova geração no tratamento de sementes
No portfólio, o destaque é o VICTRATO®, baseado na tecnologia TYMIRIUM® technology, que amplia o controle de nematoides e doenças de solo em culturas como soja, milho e algodão. A solução atua desde a semente até os estágios iniciais das plantas, com foco em patógenos de difícil manejo, como Fusarium, Macrophomina e Sclerotinia.
De acordo com a empresa, o produto representa uma mudança no padrão de proteção ao integrar amplo espectro de controle com maior consistência agronômica. “Acreditamos que essa nova tecnologia deva elevar o nível de proteção e contribuir para ganhos consistentes de produtividade nas próximas safras”, afirma André Savino.
27 - Mai
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