Boas Práticas Agrícolas e avanço no tratamento de sementes

Corteva Agriscience evidencia dois vetores do agro atual que norteiam o desempenho das lavouras

As Boas Práticas Agrícolas (BPA) vêm se consolidando como um dos principais pilares para a sustentabilidade, rastreabilidade e competitividade do agronegócio. Um tema cada vez mais relevante dentro de um cenário em que se projeta 16% de crescimento na produção de grãos da safra gaúcha 2025/26, na comparação com a temporada anterior, segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Pensando nisso, a Corteva Agriscience apresentou ferramentas de aquisição de insumos, experiências de imersão e capacitações em BPA, além de inovações em sementes, defensivos químicos e biológicos na 26ª Expodireto Cotrijal.

A Corteva Agriscience intensifica sua atuação no Rio Grande do Sul como protagonista na difusão de Boas Práticas Agrícolas (BPA), com foco na adequação às Instruções Normativas que regulam o uso de defensivos hormonais no estado. Na feira, com o compromisso de promover ainda mais conhecimento sobre o tema, foi proporcionada uma experiência de realidade virtual e imersiva por meio de óculos 3D. Os visitantes puderam visitar campos demonstrativos para entender como as ferramentas de BPA, entre elas, Manejo Integrado de Doenças (MID), Manejo Integrado de Pragas (MIP) e Manejo Integrado de Plantas Daninhas devem ser utilizados para ter uma safra mais produtiva.

Pioneirismo no RS

O professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Dr. Adriano Arrué Melo, especialista em tecnologia de aplicação, explica que “tecnologia de aplicação é escolher as melhores técnicas para fazer uma aplicação com o menor risco ambiental e também às pessoas envolvidas nesse processo”. Ele representa a instituição parceira da empresa nas formações e ministrou uma palestra durante a Expodireto. “Essas Instruções Normativas são válidas hoje somente no Rio Grande do Sul e isso é uma vantagem muito interessante”, completa.

Já o coordenador de Boas Práticas Agrícolas da Corteva, Jair Maggioni, ressalta a adoção de ferramentas modernas para equilibrar produtividade e responsabilidade. “Trabalhamos com tecnologias que permitem controlar plantas daninhas e, ao mesmo tempo, preservar as lavouras vizinhas, sempre respeitando as Boas Práticas Agrícolas”. Entre os destaques está o herbicida Enlist Colex-D, que, segundo ele, “traz maior controle e flexibilidade, com baixa volatilidade proporcionada pelo sal colina, reduzindo o risco de deriva em até 90%.”

Estande inspirado em celeiro

Se o ditado popular diz que o ano começa após o carnaval, para o diretor de marketing da Corteva, Felipe Daltro, “o ano do agronegócio começa depois da Expodireto”, considera. A empresa participa desde a primeira edição, mostrando o que tem de melhor no tratamento de sementes, biotecnologia, produtos biológicos e muitos lançamentos. Daltro ainda destaca o estande desta edição, inspirado em um celeiro, integrando todas as soluções e considerado uns dos maiores da Expodireto, com cerca de 2,5 mil metros quadrados. “O espaço da Corteva proporciona aos visitantes uma imersão, com atividades sensoriais até realidade aumentada”, finaliza. Sementes tratadas e protegidas de pragas e doenças Em uma área de demonstração prática de tecnologias aplicadas em sementes, a Corteva levou a atuação do LumiTreo®, fungicida para o manejo do complexo de doenças iniciais que afetam a cultura da soja, como podridão, tombamento e murchamento. No estande, foram apresentadas amostras de diferentes tratamentos comparando aos concorrentes com registro no mercado. LumiTreo® é o que tem maior espectro do mercado, atacando nove doenças registradas em bula, enquanto os concorrentes são mais limitados”, demonstra o Líder Comercial de Tratamento de Sementes da Corteva Agriscience, Maxwell Borges.


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